Amigos, compartilho matéria no blog da Microsoft sobre lan houses e participação do CDI Lan na Campus Party desse ano.
O empreendedor social em busca de um mundo melhor
Em 1976 um professor começou a oferecer pequenos empréstimos a famílias carentes de Bangladesh. O principal foco eram mulheres e produtores rurais. Foi assim, de uma maneira revolucionária, que Muhammad Yunus criou o conceito de microcrédito e ganhou o Prêmio Nobel da Paz.
Hoje, 40 anos depois, o conceito de empreendedorismo social deixou de ser uma promessa para se tornar uma realidade do mundo moderno que a passos largos, caminha rumo a um mundo mais justo e cheio de oportunidades. Mas afinal, é possível ganhar dinheiro e ainda mudar o mundo?
Segundo os participantes da mesa redonda Empreendedorismo Social, da Campus Party 2012: Marcel Fukayama, Omar Hadda, Daniel Izzo, José Alberto Aranha, André Spínola e Pablo Handl, sim – é possível!
Para Marcel Fukayama, sócio-fundador da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID), a lan house é um exemplo de negócio social que pode gerar renda e ainda impactar na comunidade ao redor. Fukuyama é co-fundador da CDI Lan, uma empresa que oferece soluções que transformam vidas em comunidades de baixa renda por meio das lan houses.
A iniciativa visa atender as regiões mais carentes e excluídas do mundo digital. De acordo com a CDI Lan, 48% dos usuários brasileiros se conectam através das 100 mil lan houses do país e dentro desse número, 82% recebem apenas um salário mínimo.
Nesse cenário cheio de carências, o CDI Lan transformou o conceito das lan houses afiliadas em referência de educação, entretenimento saudável, empreendedorismo e gestão de qualidade.
“O mercado está em constante movimento. Já existe regulamentação e associações específicas, o que facilita a vida dos pequenos e micro empresários”, afirma Marcel.
Todos os presentes na mesa redonda foram unânimes em dizer que existe um grande leque de opções dentro do empreendedorismo social, mas para obter sucesso é preciso focar em como o negócio conseguirá causar impacto social.
Daniel Izzo – sócio e co-fundador da Vox Capital - primeiro fundo de investimentos de impacto no Brasil que foca em negócios com potencial de crescimento e que servem à população de baixa renda, explica o que faz o empreendimento social receber investimentos: “Em primeiro lugar deve contar com uma equipe bem alinhada e o mais importante, o objetivo deve ser resolver ou diminuir um dos problemas da população de baixa renda.”
O empreendedor social tem todo o direito de ganhar dinheiro e garantir a renda familiar, mas não é um setor que prega a ganância. De acordo com os participantes o lucro deve ser um ponto de equilíbrio para a construção de um mundo melhor.
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Fonte: http://pensandogrande.com.br/o-empreendedor-social-em-busca-de-um-m...
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Comentário de Red line Brasil - ES em 10 fevereiro 2012 às 9:03 Vale lan house vou ter pesadelo de noite.....
Comentário de CELSO_PR em 9 fevereiro 2012 às 16:05 Marcel meu querido , tudo isso que disse está correto , só que nós pagamos imposto em tudo , e isso é obrigaçao do Governo e nao de empresa Privada como a nossa, agora,,, se nos pagarem bem para fazer esse serviço apoio totalmente , mas nem de graça relogio funciona..... não estou falando de vale lan house.
Comentário de Red line Brasil - ES em 9 fevereiro 2012 às 15:48 Sim marcel mas ai que ta as empresas falan tanto de de projetos sociais, e ficam centralizadas em algums estados e onde tem que ir, fica de fora, sim devemos construir um projeto e buscar parceiros que se comprometem de verdade com a causa...
Comentário de Marcel Fukayama em 9 fevereiro 2012 às 15:07
Comentário de Red line Brasil - ES em 9 fevereiro 2012 às 13:57 Sei la tenho minha dúvida sobre este modelo as empresas investem tanto nisto, empuram par as LH e ñ tem material de divulgação um video, mp3 para colocar em carros radios etc. Não é divulgado estas empresas na midia geral, fica tudo por conta da LH a divulgação, a LH gasta para divulgar e o retorno é minimo, o material de apoio alen de ser minimo, é tudo virtual, as vezes nem existe, acredito se marcamos uma reunião com estas empresas escutar o que temos para falar, ver nossas dificuldades, e sim ter um compremiço entre os dois um com o produto e o outro com o espaço fisico, o social so vai dar lucro quando tivermos um entedimento das empresas grandes que fornece os produtos, sim deve ter um investimento pelos dois lados sim, mas pelo que vi e 2011, ainda tem muito que fazer, acredito que devemos fazer um projeto junto com donos de LH para concretizar os projetos de 2011...
Comentário de CELSO_PR em 9 fevereiro 2012 às 13:20 nao vou nem responder sobre Empreendor Social e querer um mundo melhor para não gerar polêmica como a outra vez , so me diz uma coisa :
quando que nós passamos a ser emprreendedor social e quando queremos um mundo melhor ???
"ou somos empreeendedores e participamos de alguns projetos sociais que podem impactar o grupo social " é uma visão diferente do que foi proposto ai
"O empreendedor social tem todo o direito de ganhar dinheiro e garantir a renda familiar, mas não é um setor que prega a ganância. De acordo com os participantes o lucro deve ser um ponto de equilíbrio para a construção de um mundo melhor..
kkkkk ta certo então...... eu quero ficar rico se estiver errado me desculpem por ser ganancioso.
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