Inicialmente,
Viabilizou uma próxima reunião, que será devidamente divulgada nas páginas e aos proprietários de Centro de Inclusão Digital e Pontos Digitais com intuito de maior interação dos passos pequenos e grandes que teremos que dar.
EM SUMA, a palavra Fantástica é uma definição singela. Entretanto, tenho que destacar participação, motivação, superação e garra foram um dos aspectos que podemos presenciar na reunião ocorrida no último dia 27 de Janeiro.
Estiveram presentes proprietários de diversas regiões como Colégio, Rocinha, Santa Cruz, Bangu, Nilopolis, Nova Iguaçu, Penha, Copacabana, Nilopolis, São João de Meriti, Vicente de Carvalho e Duque de Caxias. Isso possibilitou um debate acerca de cada região, e uma demonstração clara do que é o Mercado Consumidor em cada uma destas áreas, o que nos resta prestar solidariedade para a promoção até de visitas para alavancarmos a ideia que surgiu PONTOS DIGITAIS, como forma de fazermos surgir O PÓLO DIGITAL.
Outra questão muito recorrente é a diversificação de possibilidades que podem ser introduzidas nos Pontos Digitais como meio de gerar receitas. Entretanto, como existem diversos empecilhos, o que se viu foi cada um dos proprietários divulgando suas questões, seus problemas, algumas soluções, o que é possível, o que é viável, e ainda, no que investem... e o que se percebeu ainda é a mentalidade de que são os JOGOS que dominam os pontos digitais, quando na verdade, outros creiam que são os SERVIÇOS, gerando embates e até imposições.... o que foi contornado por todos os mediadores presentes.
As decisões tomadas foram no sentido de UNIÃO, mais uma vez, que percebi motivar alguns dos presentes, como os cursos interativos, a gama de serviços, inclusive aquele sopro de esperança em alguns como Francisco, de Santa Cruz e Sueli, de Vicente de Carvalho.
O ponto negativo foi que demandamos muito tempo com apresentações e ouvindo as questões apresentadas e levantadas por cada um, muito embora tenha sido proveitoso para sabermos estudar a realidade, inclusive das Comunidades, de possíveis usuários dos serviços, do que oferecer, como oferecer e trabalhar a propaganda. Mas, o ponto positivo foi a concordância de que temos que criar um Organismo capaz de influenciar e desmistificar algumas tendências que ainda nos tornam "um ponto obscuro" entre todas as outras atividades comerciais, surgindo a ideia do Estatuto para definir metas, objetivos, prerrogativas, direitos, obrigações, meios, contraprestações do que seria o POLO DIGITAL ( PODI ), que determinaria uma nova razão para as LHs, que neste organismo social seriam os Pontos Digitais ( ou seja, na transformação criaríamos não mais as Lan Houses, mas sim pontos digitais integrados ao POLO, como forma de organismo completo como tantos outros existentes ).
A ideia do POLO DIGITAL, como ficou decidido, deve ser minuciosamente estudada, com caráter de dar força, não só aos proprietários dos Pontos Digitais no Estado do Rio de Janeiro, mas de dar VOZ, de dar destaque, em dar ênfase a estes empreeendedores que por tanto tempo jamais foram observados de maneira natural, e assim dependeremos de muitas intermediações, reuniões, decisões firmes, de lideranças, inclusive. Afinal, como demonstrou o Eduardo, de São João de Meriti, que com um simples Projeto somos capazes de irmos muito além, só nos cabe apreciarmos o que realmente temos e não só esperarmos que alguém faça por nós.
Ou seja, na reunião também ficou decidido, que outros proporietários de Pontos Digitais irão visitar aqueles que atualmente desenvolvem com dificuldade os seus serviços, e que, até mesmo pesnaram em fechar seus negócios. Sou um daqueles que se prontificou, além de Erica, Wagner, Mateus.... com critérios necessários para de alguma forma, não deixarmos ninguém para traz e resgatar a ideia de que "A UNIÃO FAZ E TRAZ A FORÇA..." , não é mesmo?
Aqui é Jean Santos Castelo, diretamente do BLOG CDILAN, com o que ocorreu na Reunião dos Proprietários de Pontos Digitais do Estado do Rio de Janeiro.
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Comentário de José Ribamar Gomes dos Santos em 25 fevereiro 2012 às 3:42 Bom dia Jean...queria dizer que todos os seus questionamentos são válidos, mas de certa forma você fez o questionamento e vc mesmo respondeu...o que mais pegou na hora de fechar em uma Associação de Donos de Lans, foi a mentalidade fechada que ainda se encontra por aqui, pessoas que simplesmente não são do ramo e muitas vezes entram por achar um meio facil de ganhar dinheiro, ou seja, amadores, empresas não registradas sem o minimo interesse de se registrar, pessoas descomprometidas com sua area de atuação que emperram todo o processo e que não me vêm como um concorrente, mas como um inimigo mortal, que querem mais é que eu me ferre e asim por diante. Não é simples trabalhar com essa mentalidade retrógrada, que não que barateando custos, estamos gerindo receitas e lucros melhores, hoje desistir, de certa forma, de lutar por melhoria no setor de atuação, gostaria sim de que se fosse possivel, me ajudasse com idéias maravilhosa e é por isso que estou aqui, para interagir e buscar discutir situações e realidade, que mesmo distantes da minha, venham a me ajudar a entender melhor o mercado. Não sei se fui claro. Abraços
Comentário de Jean Santos Castelo em 22 fevereiro 2012 às 13:39 José Ribamar,
Peço, por gentileza, as dificuldades enfrentadas em seu Estado - Maranhão -, que culminou no fracasso da Associação. Não acerca das disputas internas com relação a serviços, preços, a mentalidade fechada e etc., mas na concepção mais burocrática de transformação.
Aqui, no Estado do Rio de Janeiro, há "enfrentamentos" porém o consenso é primordial para que algo pensado, transforme-se no algo prático, meu caro amigo José Ribamar. Ou seja, antes de mais nada para criar receitas são necessários investimentos, e citar isso para qualquer empresário é muito complexo. Portanto, José Ribamar, necessito que realmente transcreva nesta linhas a sua experiência de forma minuciosa, com seus passos, as tentativas, como os outros proprietários reagiram, como pensaram, quantos participaram desta sua iniciativa, os seus parceiros, as empresas que abraçaram a ideia que propôs e assim vai.
Pode ser que, diferente daí, aqui há uma assessoria plena, parceiros dispostos realmente a participarem, uma hiperatividade crescente, e além disso, pessoas agregadas ao interesse e fim que todos querem, ou seja, há metas, planejamentos, objetivos e propósitos. E todos cientes da ideia deste Organismo, que estará fundado sobre alicerces poderosíssimos.
Não posso relatar demasiadamente o que é o Pólo, mas posso adiantar que este será um dos maiores já vistos, e ainda, com a integração de receitas capazes de auxiliar aqueles que realmente necessitarão.
A diferença, José Ribamar, é a conscientização. Talvez em algumas regiões predominem jogos, noutras, nem tanto, por isso temos um setor responsável em estudar o mercado, as pessoas, o perfil do local e do consumidor, do usuário em geral. Importante mesmo é saber quem serão aqueles que integrarão, que farão parte deste Organismo. Se estes pensam que a receita de R$ 1,00 ( um real ) vale a pena, que pagam suas contas, seus funcionários, a luz, água, Internet, Telefone, tributos e assim sucessivamente, é porque o rigor da Lei sobre eles ainda não foi aplicado. A realidade é bem distinta, José, por isso o relato de suas experiência valerá muito.
Traga-as para cá, e ficarei feliz em tentar ajudá-lo.
Comentário de José Ribamar Gomes dos Santos em 21 fevereiro 2012 às 6:01 Bom dia, li todos os pontos de vista e achei perfeitamente lúcido o que foi escrito pelo Jean, o que torna difícil na realidade é unir todos nesta idéia, pois já trabalho há 8 anos neste setor de mercado e, pelo menos aqui em São Luis, as pessoas nos olham com desconfiança ainda, confundem local de lazer com negocio de brincadeira, que estamos ali motivados apenas pelo lazer, o que é uma falácia, então, retomando a idéia, tente ha alguns anos reunir todo mundo aqui em São Luis numa Associação com estes mesmo propósitos e não consegui convencê-los da concorrência leal e limpa, de montarmos juntos um Estatuto vigendo as normas de funcionamento destas microempresas, de comprarmos juntos softs e games, alem de outros maquinários e ferramentas que precisamos para o trabalho, barganhando melhores preços e principalmente trabalharmos com o preço justo, mas não deu certo porque a maioria das lans aqui não oferecem outros serviços, ainda não acordaram para as outras fatias de trabalho do setor, então insistem em trabalhar por um preço muito baixo (R$ 1,00 o acesso), demonstrando claramente que o setor ainda está inchado de amadores, causando inoperância, desserviço, desvalorização do seu trabalho...compartilho de cada ponto tocado pelo Jean e, pra mim seria uma utopia que isso acontecesse aqui em São Luis-MA. Parabéns pela sua lucidez.
Comentário de Marcel Fukayama em 30 janeiro 2012 às 7:47 Prezados, ficamos muito orgulhosos em saber que o encontro foi um sucesso e por compartilharem em rede. Fomos testemunhas do início do engajamento e união no Bate Papo com Lan Houses do Rio em Dezembro/11.
Pessoal, também gostaria de ponderar a discussão, que por sinal está super positiva, entre as experiências do Celso e do grupo do Rio. Não vamos fazer julgamentos de certo e errado. Somos todos pessoas distintas, com experiências e biografias completamente diferentes, com necessidades e aprendizados diferentes. O importante desse espaço é sempre compartilharmos boas práticas, informações, conhecimentos e ampliarmos nossa experiência, para assim crescermos.
Estamos contentes em ter o Celso como conselheiro do CDI Lan, por trazer características de uma pessoa altamente crítica e analítica, o que nos ajuda a crescer e trabalhar na melhor proposta para o mercado. Também temos muito orgulho em ter a Erica em nosso conselho, por ser uma liderança nata, agente mobilizadora e de grande potencial de transformação.
Temos um grupo heterogêneo e esperamos continuar crescendo nosso conselho e nossa rede com pessoas como vocês e, fundamentalmente, com nossos "repórteres virtuais" como o Jean Castelo. Tenha todos uma ótima semana!
Comentário de erica rangel e wagner macedo em 29 janeiro 2012 às 21:20 obrigado wilkson e israel acredito em uma sociedade que não vive só de falcatrua e negatividade e sim da união e construção de grandes projetos!!! e cada um sim com idéias e correndo pra fazer acontecer, não dou nada de mão beijada, mais ensino o caminho aí quem fôr um verdadeiro empreendedor percorre trilha seu próprio caminho e espaço e soma não diminui.
Aprendi a ouvir reter o que é bom e correr, conquistar fazer cada palavra que eu já ouvi acontecer e isso quem escolhe somos nós!!!
os caminhos estão aí! quem quizer percorrer, multiplicar reinventar, é só ter coragem e começar, afinal o sol nasce pra todos!!!!!
Comentário de wilkson colares correia em 29 janeiro 2012 às 15:50 Sempre aprendi a ter uma olhar positivo, e não acredito que opiniões de cunho negativo venham auxiliar.
Quando comprei esse negócio por R$ 4.000,00 me chamavam de louco, "era melhor ter dado um lance em uma moto e hoje você não estaria a pé". Mas calei e segui em frente, desanimei com a realidade, mas foi por meio do CDI que eu encontrei um novo rumo para meu negocio. Não sou um empresário de sucesso, mas duas coisas positivas tiro: quando eu mais precisava e foi meu cyber quem me sustentou a mim e minha família e fui o único que sobreviveu nessa cidade a onda de tecnologia barata e acesso fácil. Só os bons sobrevivem, eu não teria feito isso sem esse canal.
Digo novamente esse é MEU NEGÓCIO e concordo colega Celso somos empresários e como tal visamos lucros, mas eu pergunto a idéia de colocar computadores para serem alugados em um espaço fechado veio de sua cabeça ou você pegou de alguém? Acredito que compartilhar informação é uma forma de crescimento, o que ruim a gente poda e o que é bom a gente aprimora e no final todo mundo ganha.
A concorrência sempre vai existir e isso é bom, faz com que a qualidade de nossos serviços melhore e ver a concorrência como algo negativo é como acreditar em sua própria incapacidade de ser diferente (esse "sua" não se refere diretamente a você) e melhorar.
Não quero convencer a ninguém, nem sou bom nisso, mas várias pessoas estão passando por dificuldades em seus negócios como eu estava e comentários negativos nao vão ajudá-los a crescer, e eu ainda prefiro acreditar que esse canal sirva para isso: Ajudar as pessoa a crescer.
Ninguém é obrigado a ajudar, mas acredito que atrapalhar é um desperdício de força, desnecessário levando em consideração a situação em que nos encontramos.
Espero não ter sido hostil, e que meus comentários sirvam pra melhorar e ajudar sempre.
Comentário de Israel Mesquita da Silva em 29 janeiro 2012 às 13:16 boa tarde jean tudo de bom para ti.
cara concordo com suas palavras essa reunião foi de grande proveito para mim pois conheci amigos e profissionais, como você e dessa ideias como a sua,e da erica e também o Eduardo que chegaremos a grandes vitorias para todos profissionais desta areá. um grande abraços para ti e não liguei para os comentários voltado para o negativo.
Comentário de Jean Santos Castelo em 29 janeiro 2012 às 11:46 E quanto a chegarmos em algum lugar, chegamos e muito longe. Como disse, no momento oportuno creio que saberá das conquistas, mas por ora, é melhor não saber sequer quem são os parceiros que contactamos e nem quem temos para subsidiar nossas ideais. E por desconhecer tudo isso, talvez ainda tente pormenorizar... mas não compare um ramo de atividade inócuo com o nosso. Mas, Celso, numa coisa você tem razão... mentes que não criam, não saem do lugar, mas talvez não seja por isso que existam profissionais capazes de auxiliar?
Pense bem em que lugar quero chegar, e entenderá o que será o Pólo Digital!!!!!
Comentário de Jean Santos Castelo em 29 janeiro 2012 às 11:33 Celso,
Aponte-me o que há no Estado do Paraná acerca daquilo que há em outros Estados; diga-me quantas conquistas individuais podemos relatar e depois você se aproxime e compartilhe às críticas destrutivas.
Se as coisas fluírem e acontecerem, Celso, "tapinha nas costas", mas se não ocorrerem, lerei com certeza todas as suas observações sobre o tema. Mas como muito expus aqui e sempre exponho... "os críticos só se valem das críticas porque nunca ousaram tentar, mas quando alguém tenta, eles são os primeiros a dizer que outros não conseguirão."
Não me importo em compartilhar aquilo que tenho como conhecimento. Não procuro ver o próximo como competidor, pois creio que a Livre Iniciativa, a livre concorrência é realmente algo do Negócio Capitalista, Celso. Mas em contrário ao seu posicionamento hostil com relação aos demais, a tendência agora não são as Megas Fusões? O surgimento do semento da Consultoria Empresarial? Ou seja, contrariando ao que diz, tenho que discordar de muitos pontos que trouxera, afinal deixa as tuas atividades empresariais de lado e comece a ver outro setor, que creio que como empresário, ainda não observou dentro do segmento que tanto defende aqui.
Por isso suas críticas são bem infrutíferas. A ideia do Polo Digital vai além de algumas concepções e como não estivera na reunião, como não tem ideia do potencial disso e nem de quantos parceiros haverão no suporte disso tudo, peço gentilmente que se atenha ao assunto antes de mergulhar em críticas destrutivas e em concepções, que ao primeiro momento, você desconhece.
E quanto a reerguer estruturas ou outros empresários, abordarei aquilo que uma das religiões mais antigas da Terra sempre citou: "Ajuda a fortuna do teu próximo e também se fortalecerá." E entenda o seguinte, não é porque estamos procurando resgatar, que tudo afundou, pelo contrário... entenda que este segmento dos Pontos Digitais tendo como Centro um Organismo que se definirá como Polo Digital, usa uma estrutura bem consolidada e com bases sólidas, mas para tudo isso, você deveria estudar mais Administração, Gerenciamento, Microeconomia, Direito, entre coisas mais. Temos o suporte, Celso... agora falta podarmos algumas coisas para tornamos aquilo que pretendemos real.
Li o que escrevera. Mas... desculpe não concordo com críticas que não tem nada por base, apenas experiências pessoais e foi o que passou. Pois Celso, o que sabe do Estatuto? O que sabe do Logotipo? O que sabe do Slogan? O que sabe das PECs? O que sabe sobre os parceiros? O que sabe sobre as contribuições dos Pontos para o Pólo? As questões que giram em torno disso, só nós detemos, pois é um projeto grandioso. Portanto, saiba disso tudo e depois lerei mais ainda suas críticas, mas por enquanto... deixa de lado suas convicções pessoais e deixa que façamos nossa parte aqui em nosso Estado.... depois, se servir de inspiração ao Teu, terei imenso prazer em compartilhar assim como fez comigo muitas vezes em que solicitei ajuda.
Se o pensamento humanitário, solidário o incomoda, é melhor começar a reaver teus pensamentos até Macroeconômicos e não só individuais, mas isso é uma tendência de mercado, não só consumista como empresarial... cito como Exemplo o Surgimento dos Sites de Compras Coletivas.... não é mesmo? E por que o empresário também não é visto como consumidor também? Fusões.... corporativismo de mercado.... isso é o que mais se vê, e por que não adotar em nosso segmento?
Celso, deixa as coisas acontecerem. Incitar desunião com experiências pessoais e ainda desconhecendo o que temos....
Comentário de CELSO-PENSE GRANDE em 29 janeiro 2012 às 9:33 acho uma certa hipocrisia dizer que somos todos irmaos e juntos podemos mais kkkk
somos Empresarios Prestadores de Serviço , Concorrente ( pois na verdade so se unem quando a agua chega na bu,,,, e depois larga o barco ) so me pergunto se no periodo de vaca gorda voces se uniam e procuravam a melhoria do setor , duvido.
hoje o mapa esta muito bem definido , quem nao tem competencia , conhecimento tecnico, e que fica parado no lugar nao se estabelece, pois esse setor se modifica a cada dia e as necessidades dos clientes tb.
O que penso e sempre defendi é que se deve focar no cliente , produtos e serviços de qualidade e duradouros, e quanto ao proprietario o minimo que se pede que ele se capacite sempre pois .
os exemplos de varios donos de lan house nao ajudara neceessariamente em seu negocio se ele nao saber quem é seu publico , o que faz , o que necessita o seu bairro ,etc... me canso de ouvir reunioes onde se fala d epreço de impressao, de hora , de bobagens que nao agrega em nada o negocio em si e alavanca.
acho que essas pseudos parcerias de joguinhos on line , de negocios onde dependa da boa vontade do cliente nao gera renda, penso sempre em ter produtos que amarre o cliente na sua loja, produtos exclusivos que muitos concorrentes nao terao, unico produto que vi ate agora que vale realmente a pena é o corban ( mesmo com problemas ) a Itau tecnet que é uma possibilidade de ganho real , e o clube digital microsoft , o resto ate agora bobagens que gera pouca receita.
outra coisa que me deixa puto da vida é essa conversinha fiada que juntos podemos mais coisa e tal e que a classe d, e etc.... depende de nos , quando abrimos empresa é pra ganhar dinheiro , poder viajar, pagar escola particular para os filhos , ter carro do ano , ou voces abriram empresa para ser casa de caridade???? eu não.
com relaçao a ser conselheiro eu bato de frente sempre que achar q a proposta nao é boa , nao tenho e nao vou concordar com qualquer conversinha fiada de juntos podemos mais .
bom final de semana a todos e que ganhem muito dinheiro essa semana é o que desejo a todos
espero que visitem muitos concorrentes peguem na maozinha dele e ensinem tudo e estarao criando uma cobra que os picara em breve
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